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Tourada

 

Iniciando a semana ,  compartilho a analogia das tourada  com  as relações humanas  feita pela escritora Clara Feldeman, em seu livro Encontro. Ela assinala  que na tourada entre as pessoa , uma delas tem o estranho prazer de cravar bandarilhas no peito da outra. Suas hastes pontiagudas aparecem na forma (sutil ou escancarada) de críticas, ofensas agressões verbais (às vezes físicas), sarcasmo, ironias; desrespeitos, competições, deslealdades. (…) mensagens  verbais e não verbais)  que perfuram, abrem feridas(…) entre uma estocada e outra, uma carícia (…) como barata que morde e sopra. (…) há também a inversão dos papéis: em que o toureiro se transforma em touro e vice-versa, numa alternância doentia sem fim.

A responsabilidade de escolha é de cada um dos envolvidos.  ”Não estamos na arena, famintos e ofuscados pela luz do sol (…) Não existe, para nós, a inevitabilidade da morte o touro, (…)  temos a força e a sabedoria para escolhermos o melhor: arrancar as bandarilhas, para , enfim viver.

Pense nisto…

 

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Hanami, cerejeira em flor

 

Assisti e recomento o filme Hanami, Cerejeira em flor, dirigido pela alemã  Doris Dörrie. 

O filme é  alemão,  tem como pano de fundo a cultura japonesa (terra do sol nascente). A trama se desenvolve com  Rudi Angermeier (Elmar Wepper) e Trudi Angermeier (Hanellore Elsner), casal de terceira idade com uma vida rotineira e tranquila.

 A esposa recebe a notícia que seu marido Rudi está sofrendo de uma doença terminal. Ela decide seguir  a sugestão médica de aproveitar este  últimos momentos  para viajar ou realizar alguns de seus sonhos. Seu desejo é conhecer o Japão, porém decide primeiro visitar os filhos e netos em Berlim. Nesta primeira viagem, a relação de pais e filhos denunciam as questões da etapa de vida do ciclo familiar em que os filhos, com suas próprias vidas,  não têm tempo para seus pais.  

Na  segunda viagem,  ela morre repentinamente. Rudi fica  sem chão, sem saber o que fazer. Através do contato com a amiga de sua filha, ele compreende que o amor da esposa por ele havia feito com que ela abandonasse seus sonhos e   começa a vê-la com outros olhos. Assim,  vai procurar  compensar sua vida perdida embarcando em uma última jornada, para o Japão, na época do festival das cerejeiras, uma celebração da beleza,  da impermanência e de um novo começo.

A partir daí,  são apresentadas cenas belíssimas de sua  jornada em busca da essência de uma das formas de expressão que sua mulher mais admirava: o butô, uma dança típica oriental.

A trama  traz  uma bela mensagem de amor e  da imprevisibilidade da vida e morte.

Norma

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Notícias sobre o IX Congresso de Terapia de Família

 

Retorno feliz  ao meu convívio,  neste espaço, com vocês,  e compartilho um pouco da  experiência que vivencie no período em que encontrei-me ausente.

 

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A realização do IX Congresso de Terapia de Familia foi em Búzios/ RJ. Em eventos como este,  temos a oportunidade de nos reunirmos para aprender, saber das novidades e repassar nossas experiências na área.

A temática  – Tempo >> Limite >> Sexualidade, mobilizou um bom número de profissionais de várias regiões do Brasil e contou com a participação  de palestrantes latinos americanos Jan Bout (Holanda), Luigi Boscolo (Itália) e Carmine Saccu  (Itália) que ministraram cursos. Assim,  o programa foi composto por plenárias, sub-plenárias, mesas redondas, cursos, temas livres, Workshops, Diálogos interativos,  filmes e sessões de pôsters, bem como atividades socio-culturais. Além disso, houve lançamento de livros.

Num clima de organização, entusiasmo e integração, tivemos a possibilidade de trocas fundamentais para nossa vida pessoal e profissional.

Em minha apresentação – Quando o amor maltrara –  a proposta foi fazer um paralelo entre a parceria conjugal  e a parceria da cooterapia com objetivo de assinalar a importância da utilização do self do terapeuta como agente de mudança.

Este trabalho é o resultado das reflexões que realizamos, eu e minha colega de trabalho,  no decorrer dos 17 anos de atendimento de casais e família em cooterapia.  Portanto, nossa apresentação tem:

- como embasamento a teoria sistêmica e, assim, vemo-nos no processo de interação continua entre nós, nos atendimentos em cooterapia, nossas famílias de origens e nossos clientes.

- como premissa que aprendemos a amar e ser amado em nossas interações primárias e que a escolha do parceiro trás em sua essência a possibilidade do confronto dos conflitos de cada um dos envolvidos e consequentemente trará ressonâncias na parceria dos terapeutas

- como ponto de reflexão os encontros entre terapeutas e paciente (casais) e as formas de amar.

Enfim, foram cinco dias de intensidade de  estudo,  reflexão  e  troca que  nos enriquecem e nos  estimulam na busca de melhor forma de estarmos em família, pensarmos e atuarmos  com as famílias.

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Norma Emiliano

 

 

 

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Ausência

 

Queridos amigos e leitores estarei ausente de 11  a 15, participando do Congresso de Terapia de Familia e,  infelizmente,  não participarei da Blogagem coletiva Sentimentos e Emoçoes, em 13/08,  nem poderei visitar os demais blogs.
Assim, deixo aqui o  meu até breve com o texto que recebi por e-mail de uma pessoa amiga e que nos traz boas reflexões.

 

Quase

 

Ainda pior que a convicção do não e a incerteza do talvez é a desilusão de um quase.

É o quase que me incomoda, que me entristece, que me mata trazendo tudo que poderia ter sido e não foi.

Quem quase ganhou ainda joga, quem quase passou ainda estuda, quem quase morreu está vivo, quem quase amou não amou.

Basta pensar nas oportunidades que escaparam pelos dedos, nas chances que se perdem por medo, nas idéias que nunca sairão do papel por essa maldita mania de viver no outono.

Pergunto-me, às vezes, o que nos leva a escolher uma vida morna; ou melhor não me pergunto, contesto. A resposta eu sei de cór, está estampada na distância e frieza dos sorrisos, na frouxidão dos abraços, na indiferença dos “Bom dia”, quase que sussurrados. Sobra covardia e falta coragem até pra ser feliz.

A paixão queima, o amor enlouquece, o desejo trai.

Talvez esses fossem bons motivos para decidir entre a alegria e a dor, sentir o nada, mas não são. Se a virtude estivesse mesmo no meio termo, o mar não teria ondas, os dias seriam nublados e o arco-íris em tons de cinza.

O nada não ilumina, não inspira, não aflige nem acalma, apenas amplia o vazio que cada um traz dentro de si.

Não é que fé mova montanhas, nem que todas as estrelas estejam ao alcance, para as coisas que não podem ser mudadas resta-nos somente paciência porém,preferir a derrota prévia à dúvida da vitória é desperdiçar a oportunidade de merecer.

Pros erros há perdão; pros fracassos, chance; pros amores impossíveis, tempo.

De nada adianta cercar um coração vazio ou economizar alma. Um romance cujo fim é instantâneo ou indolor não é romance.

Não deixe que a saudade sufoque, que a rotina acomode, que o medo impeça de tentar.

Desconfie do destino e acredite em você. Gaste mais horas realizando que sonhando, fazendo que planejando, vivendo que esperando porque, embora quem quase morre esteja vivo, quem quase vive já morreu.

Sarah Westphal

Boa semana

Norma

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Não renuncie

 

Não renuncie a si mesmo em seus relacionamentos

Em seu credo Becoming Partners, Carl Roger,  nos fala da construção de parcerias cujo relacionamento possa ser ao mesmo tempo desafiador, amável e alegre. Consiste no encorajamento mútuo para a expressão e  compreensão do si mesmo.  Esse processo leva à liberdade e integralidade com a crescente intimidade.

 

“Talvez eu possa descobrir e aproximar-me daquilo que realmente sou bem lá no fundo – sentindo- me, às vezes, bravo ou aterrorizado, às vezes amável e atencioso, ocasionalmente belo e forte e selvagem e terrível – sem esconder esses sentimentos de mim mesmo. Talvez eu possa vir a me apreciar como a pessoa ricamente variada que sou. Talvez eu possa, abertamente, ser mais dessa pessoa…Então eu possa me deixar ser, com meu parceiro, toda essa complexidade de sentimentos e significados e valores – ser livre o suficiente para dar o amor, a raiva e a ternura que existem em mim. Possivelmente, então, eu poderei ser um membro real de uma parceria, porque estou no caminho de me tornar uma pessoa real. E tenho a esperança de que posso encorajar meu parceiro a seguir seu próprio caminho para uma personalidade única, a qual eu amaria compartilhar”. Carl Roger

 

Como você se percebe em suas parcerias?

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Legado

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    Imagem Internet

Em visita a um centro cultural, ao percorrer as diversas galerias de fotos, ressurge – me o impacto da ínfima presença de cada ser nessa esfera terrena. Vêem-se figuras célebres, históricas, seus trajes, paisagens, costumes, enfim, tempos vividos e finitos. Surge-me uma estranha sensação. Mergulho no tempo e no retorno à superfície percebo a dificuldade de respirar; não sei se pela imensuralidade da vida e seu fluxo ininterrupto ou pela certeza de que muitas mudanças virão e que eu, ser desta época, não as alcançarei.

Em curto espaço de tempo surge um turbilhão. O mundo gira numa velocidade tamanha que nós, seres humanos, sentimo-nos atordoados e com sentimento de perdas constantes. Nada é usufruído com intensidade, pessoas cruzam com tanta ligeireza e impessoalidade nossos caminhos que mal conseguimos tocá-las. Sim! Agora me dou conta de que a estranha sensação provém da consciência de tudo virar pó.

Filhos, netos e bisnetos são desdobramentos geracionais, trazem em si marcas das histórias. Vivo, reflito, escrevo e revejo minha trajetória. Não sei se por orgulho ou por desejo de ser infinita, mas anseio deixar legado à humanidade. No entanto, já dizia Drumonnd “Na noite do sem fim, breve o tempo esqueceu minha incerta medalha, e a meu nome se ri”.

Qual será a vitalidade de um legado?  Das suas múltiplas apropriações, em se ter porta-vozes que possam reinventá-lo ou de instituições que o preserve?

È difícil para nós, seres pensantes e apegados uns aos outros e sensíveis à beleza da vida, nos imaginar fora dela. A vida pós-morte é um mistério. Acredita-se, fala-se, estuda-se sobre ela, contudo nada é comprovado. A reação à morte, principalmente entre os ocidentais, é de grande sofrimento, mesmo para aqueles que possuem fé religiosa. 

O ser humano não tem sido a melhor espécie desse universo, na medida em que vem destruindo o meio ambiente e se autodestruindo. Mas ainda o melhor legado é a própria vida tão bem ressaltada nas palavras de João Cabral de Melo Neto “vê-la desfiar seu fio, que também se chama vida, ver a fábrica que ela mesma teimosamente se fabrica: vê-la brotar em uma nova vida explodida”.

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Dar e receber

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    Imagem Internet

A  GAIVOTA

 

Uma bela gaivota chegou à capital do reino, deu voltas ao seu redor e foi pousar numa das ruas da cidade. O acontecimento chegou aos ouvidos do governador. Ligeiro, este foi dar-lhe as boas-vindas e ordenou ainda que preparassem uma festa especial para a distinta visita. Pensou que a gaivota merecia, no mínimo, que a sua chegada fosse celebrada no interior de um templo.

Chegou o dia, a gaivota foi conduzida ao templo. Em sua honra começaram a tocar os melhores músicos, mas os sons que produziam, confundiam e perturbavam o animal. Para lhe prestar homenagem, queimou-se incenso da melhor qualidade, mas o seu aroma penetrante enjoava a ave. Celebraram-se prolongados rituais litúrgicos, mas como a gaivota não os entendia, eram-lhe insuportáveis e esgotantes. Após a cerimónia, foi obrigada a ingerir, contra a sua vontade, variados elementos condimentados e fortes licores. Mas, além de tudo isto, a celebração prolongou-se vários dias e a gaivota teve de se submeter ao mesmo programa em cada um deles. O animal foi ficando muito triste, fraco e melancólico. E antes de finalizar o tempo dedicado a honrá-la, o seu coração deteve-se para sempre.

Moral:

É preciso sermos especialmente cuidadosos e sensíveis para dar aos outros o que eles desejam verdadeiramente, e não o que nós pensamos que desejam de acordo com as nossas atitudes egocêntricas e os nossos padrões, ou com o que nós gostávamos que desejassem. Se uma ave, com as suas melhores intenções, der um passeio pelos ares com um peixe, as consequências são desastrosas, apesar das intenções.

Fonte

Os melhores contos espirituais do Oriente, de Ramiro Calle

 

Você já passou por uma experiência como esta?

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Tecendo fios

 

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Família, profisão,  lar,  amizade,  paz de espírito,  amores e humores. “Caminhante, não há caminho. Faz-se caminho ao caminhar”. (Antonio Machado)

Quando aceitamos e respeitamos as diversidades criamos possibilidades para a constução dos vínculos de afeto.

A simplicidade da vida  está em se apreciar o privilégio de existir. Por outo lado,  a complexidade humana é o grande desafio da vida.  

A  magia da vida está  no despertar para os detalhes deste imenso universo; é a percepção da  teia da vida.

“Após séculos de cultura material, buscamos hoje ansiosamente uma espiritualidade simples e sólida, baseada na percepção do mistério do universo e do ser humano, na ética da responsabilidade, da solidariedade e da compaixão, fundada no cuidado, no valor intrínseco de cada coisa, no trabalho bem feito, na competência, na honestidade e na transparência das intenções“. Boff, 1999


 Tecendo a Manhã

Um galo sozinho não tece uma manhã:
ele precisará sempre de outros galos.

De um que apanhe esse grito que ele
e o lance a outro; de um outro galo
que apanhe o grito de um galo antes
e o lance a outro; e de outros galos
que com muitos outros galos se cruzem
os fios de sol de seus gritos de galo,
para que a manhã, desde uma teia tênue,
se vá tecendo, entre todos os galos.

João Cabral de Melo Neto

Referência

BOFF, Leonardo. Saber cuidar: ética do humano – compaixão pela terra. Petrópolis, RJ: Vozes, 1999.

Norma

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Um segredo em família

 

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O segredo familiar aprisiona os indivíduos nas historias por não se poder falar sobre elas.  Paralisa o tempo familiar.

 O segredo nas palavras de Bernstein (apud Fernández, 1990, p. 101), “trata-se de informações vinculadas com a história do grupo familiar ou aspectos particulares de um de seus membros que, em geral, são ocultados parcialmente, com a certeza de que não são desconhecidos por outros integrantes”. “Complementando, IMBER-BLACK (1994) afirma que” é um fenômeno sistêmico. Ele está ligado ao relacionamento, molda as díades, forma triângulos, aliança encoberta, divisões, rompimentos, define limites de quem está ‘dentro’ e de quem está ‘fora’. 

 O desconhecimento das origens é considerado por muitos autores como um dos mais maléficos, pois desorientam, principalmente quando o indivíduo está em formação,  uma vez que se insere numa complexidade que envolve o intrapsíquico, o psicossocial e o transgeracional, bem como o passado, o presente e o futuro.

 Sua construção ocorre a partir de situações relacionadas à vergonha e  ao  sofrimento que geram pacto de silêncio.

 No filme Um segredo em família, o diretor Claude Miller recria o drama e os sentimentos de uma família no decorrer da II Guerra Mundial, num recorte trigeracional. A separação dos membros das famílias pela perseguição aos judeus é o pano de fundo para o desenrolar do roteiro.

 O menino, filho do casal desportista, nasce franzino e cresce sem se identificar com o mundo atlético de seus pais. A forma como encontrou de não se sentir como um peixe fora do ninho foi criar para si um irmão imaginário capaz de tudo. Na adolescência, ele percebe que há profundos e tristes motivos que o influenciaram a se sentir tão alijado do padrão dos seus pais. Os motivos que remontam a uma geração de sua origem antes do mundo conhecer os horrores do Nazismo.

 Imber-Black (1994), ressalta que “embora o próprio evento possa ser mantido em segredo, a intensidade dos sentimentos em relação a ele dificilmente se disfarça. (p. 76). Uma das conseqüências é o distanciamento emocional entre os membros pelo receio de não se trair. A percepção de que algo se oculta  transcende a fala e a força que impele à revelação transforma-se em fantasma trazendo, de alguma forma à tona, sintomas metafóricos.

 A revelação do segredo expande as possibilidades de evolução da família levando às mudanças na forma de pensar e agir e interagir.

Norma Emiliano

 

 Referências

 FERNÁNDEZ, A. A inteligência aprisionada. Porto Alegre: Artes Médicas, 1990.

 IMBER-BLACK et al. Os Segredos na família e na terapia familiar. Porto Alegre: Artes Médicas, 1994.

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Inicie…

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Pode parecer exagero, mas os indivíduos, em sua maioria, consideram que o que há de errado  provém do outro. Não percebe a sua corresponsabilidade  nas situações e/ ou problemas que vivencia. Assim,  suas  expectativas de mudanças direcionam-se às outras pessoas.  O texto abaixo, que recebi por e-mail,  refere- se exatamente a esta questão.

Leia e deixe seus comentários, se assim desejar.

 

Começe consigo mesmo

As palavras a seguir foram escritas na tumba de um bispo anglicano (1100 d.C.), nas criptas da abadia de Westminster:
 
“Quando era jovem e livre, e minha imaginação não tinha limites, eu sonhava em mudar o mundo. Quando fiquei mais velho e mais sábio, descobri que o mundo não mudaria, e assim reduzi um pouco os limites de meu ideal e decidi mudar apenas meu país.
 
Porém este, também, parecia imutável.
 
À medida que chegava ao crepúsculo, numa última e desesperada tentativa, procurei mudar apenas minha família, aqueles mais próximos a mim, mas, ai de mim, eles não mudaram.
 
E agora, deitado em meu leito de morte, subitamente percebo: se eu tivesse apenas mudado a mim mesmo primeiro, então, pelo exemplo, eu teria mudado minha família”.

Mudanças necessitam de conscientização do sofrimento,   da vontade e  do esforço pessoal;  significa viver perdas, para abrir a possibilidade dos ganhos.

Norma

Imagem da Internet.

 

 triciavideo | 5 de setembro de 2008

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