Poema à boca fechada- José Saramago
Osvaldobarretofilho 27 de maio de 2008 José de Sousa Saramago (1922) é um escritor, roteirista, jornalista, dramaturgo e poeta português galardoado com o Nobel da Literatura em 1988.
Osvaldobarretofilho 27 de maio de 2008 José de Sousa Saramago (1922) é um escritor, roteirista, jornalista, dramaturgo e poeta português galardoado com o Nobel da Literatura em 1988.
Na intenção de somar olhares sobre a prática terapêutica, apresento abaixo um trecho extraido de um trabalho de Walmir Monteiro (2008), psicólogo, professor e escritor com estílo poético. Lugar acolhedor e inquietante, que aceita, mas desafia. Vivência reflexiva e dinâmica, que indaga, mas mobiliza. Encontro perfeito que respeita a imperfeição, Feito […]
“Na primeira noite eles se aproximam e roubam uma flor do nosso jardim. E não dizemos nada. Na segunda noite, já não se escondem: pisam as flores, matam nosso cão, e não dizemos nada. Até que um dia, o mais frágil deles entra sozinho em nossa casa, rouba-nos a luz, e, conhecendo nosso medo, […]
Google imagem Além da Terra, além do Céu, no trampolim do sem-fim das estrelas, no rastro dos astros, na magnólia das nebulosas. Além, muito além do sistema solar, até onde alcançam o pensamento e o coração, vamos! vamos conjugar o verbo fundamental essencial, o verbo transcendente, acima das gramáticas e do medo e da […]
Imagem Google Natal… Na província neva. Nos lares aconchegados, Um sentimento conserva Os sentimentos passados. Coração oposto ao mundo, Como a família é verdade! Meu pensamento é profundo, Stou só e sonho saudade. E como é branca de graça A paisagem que não sei, Vista de trás da vidraça Do lar que nunca terei!
emersonerd 28 de junho de 2008
Poemas de Alberto Caeiro do “Guardador de Rebanhos” falado por Maria Bethania Publicado por Marie-Sol em http://mais.uol.com.br/poemusica
Imagem Google Como acordar sem sofrimento? Recomeçar sem horror? O sono transportou-me àquele reino onde não existe vida e eu quedo inerte sem paixão. Como repetir, dia seguinte após dia seguinte, a fábula inconclusa, suportar a semelhança das coisas ásperas de amanhã com as coisas de hoje? Como proteger-me das feridas que rasga em mim […]