Você pergunta- 18

Eu respondo

Este post faz parte de um projeto, assim sendo dirijo-me a pessoa responsável pela pergunta, mas de forma a trazer reflexão para outras pessoas que se interessarem em ler.

Estou com 30 anos e estou sofrendo com uma situação com meus pais. Eles possuem uma visão conservadora quando o assunto é namoro. Não admitem que eu durma na casa do namorado, viaje, more junto etc. Porém, eu os respeito isso e não faço. Porém, eu quero muito viajar com ele. Inclusive estou com uma viagem marcada e a opinião deles é que eles não poderão me proibir, mas querem que eu saiba que não estao a favor disso e não imaginam que eu vá nessa viagem somente nós dois. Inclusive nao querem saber de nada sobre a viagem, nao vao me acompanhar no aeroporto e nada. Eu estou sofrendo tanto com isso, que esta me perturbando muito. Gostaria da sua opinião e o que e como devo fazer para que eles me entendam isso.

Enquanto se está sob a dependência dos pais, financeira e emocialmente, não importa a idade que se tenha, apesar de 30 anos se considerar etapa adulta, este conflito en que você se encontra é uma constante.

A visão dos pais sobre os filhos são influenciadas pelas atitudes e posturas que eles (filhos) têm.  No momento em que nos sentimentos independentes,   fazemos escolhas conscientes e nos responsabilizamos pelas consequências, Será que é assim que vc aje? Ou fica na dependência da aprovação dos seus pais, com medo de não dar certo e ter que pedir apoio deles? Não se pode confundir respeito com falta de autonomia.

Espero ter ajudado a pensar melhor sobre seus sentimentos e decisões. As respostas têm que ser sua.

“A autonomia se constrói através da prática de negociações constantes entre os filhos e os pais sobre suas condutas no contexto doméstico, de modo que vão criando “consensos” que permitem a construção de uma relação de igualdade entre eles”. (Ramos, 2006).

Norma

Comments

  • chica
    Responder

    Acredito que ela deve trabalhar, conseguir seu cantinho e sair. Enquanto lá, aguentar ou polemizar. Mas não me imagino com 30 anos obedecendo pai e mãe. Assim, daria um jeito de sair e fazer minha vida! beijos,chica

  • Toninho
    Responder

    Poxa Norma esta é dificil mesmo. Hoje os jovens com bem menos idade fazem tudo e os pais aceitam como tenho visto na minha área,que eu as vezes recrimino.Neste caso creio que suas colocações dizem tudo.Muitas coisas nós criamos e fica dificil o corte do cordão.
    Uma abraço amiga.
    Bjo.

  • Mirys
    Responder

    Vim te convidar para uma blogagem coletiva muito especial: no dia 30 de maio, sobre o amor! FAz parte da campanha do Diário – “GASTE TEMPO COM QUEM VOCÊ AMA”!

    Tá tudo explicadinho aqui: http://diariodos3mosqueteiros.blogspot.com.br/2012/05/dia-da-familia-chegando-diario-da-nina.html

    Participa com a gente???

    Bjos e bençãos.
    Mirys
    http://www.diariodos3mosqueteiros.blogspot.com

  • Mirys
    Responder

    Oi Norma!!!

    No ano passado, você deixou um comentário no Diário sobre o “Dia da Família”. Então, nesse ano, eu vim te convidar a participar conosco (e, quem sabe, nos ajudar a divulgar a ideia e espalhar o amor por aí)!

    Vim te convidar para uma blogagem coletiva muito especial: no dia 30 de maio, sobre o amor! FAz parte da campanha do Diário – “GASTE TEMPO COM QUEM VOCÊ AMA”!

    Tá tudo explicadinho aqui: http://diariodos3mosqueteiros.blogspot.com.br/2012/05/dia-da-familia-chegando-diario-da-nina.html

    Participa com a gente???

    Bjos e bençãos.
    Mirys
    http://www.diariodos3mosqueteiros.blogspot.com

  • Norma Emiliano
    Responder

    Oi Vaéria

    Em relação ao comentário no seu blog: Viver juntas e separadas, ou seja tendo vida própria sem fusionamento, é saudável, inclusive porque ela mantám contato com o pai. Talvez a forma como fechou o texto me deu um entendimento de fusão.
    Bjs.

  • Valéria
    Responder

    Oi Norma!
    Hoje cada vez mais os filhos em idade que poderiam ser totalmente independentes continuam na casa dos pais e vivem ali até mesmo sem empregos, na total dependência, não sei se é o caso, mas independente disso, acho que aos 30 anos já podemos ir cortando este cordão umbelical e buscar viver de acordo com nossas convicções. Sou mãe de filhos nesta idade, não imponho a eles minha maneira de pensar, mas eles na busca por sua individualidade fazem coisas que muitas vezes discordo, mas cada um deve arcar com suas responsabilidades se vive e age de acordo com seu livre arbítrio.
    Quanto ao comentário lá no blog Norma, o caso que contei é verídico e elas vivem não fechadas para o mundo, mas em harmonia e sincronismo entre elas, é bonito de ver, a mãe já teve outros namoricos, mas a filha nos seus 14 anos é centrada, estudiosa, adora ler e viver com a mãe. Quando vai a casa da avó onde mora o pai, mantém um bom relacionamento com todos, mas são felizes na vidinha delas.
    Beijinhos!

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