Ao direcionar  minha atenção profissional ao Serviço Social não havia, ainda, me dado conta da importância das minhas interações  com a  família de origem.  O lugar que ocupei entre a irmandade, a caçula e temporã, inicialmente, configurou-se como a protegida. No entanto, ao longo do ciclo  familiar houve uma inversão significativa. Sem perceber, após a morte da minha avó (matriarca), passei a ocupar o papel de cuidadora. Assim sendo, não é estranho que tenha optado pelo Serviço Social e, posteriormente, agregado a minha prática profissional a função de terapeuta. Considerando  essa retrospectiva  e o   valor do cuidar para nossa existência, convido- o a refletir e compartilhar a partir dos posters de hoje (11/12/2009) sobre  esta temática.

O que significa o CUIDAR em sua história pessoal?

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