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O Quebra-Nozes

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Assisti, no Teatro Municipal do Rio de Janeiro, a apresentação do Ballet O  Quebra-Nozes. É um ballet tradicional de Natal com música de Tchaikovsky, coreografia de Dalal Achcar,  direção artística de Helio Bejani e regência de Silvio Viegas.   É um marco do Natal no mundo inteiro.

É um espetáculo maravilhoso, um  mergulho na fantasia acompanhada de belezas musicais, excelentes bailarinos, figurinos coloridos e harmoniosos  e arrojadas coreografias.  A produção  envolve cerca de 120 artistas, tendo como estrelas Ana Botafogo e o cubano Rolando Sarabia.

A história começa na véspera de Natal,  com os brinquedos e as crianças como protagonistas;  é uma  fábula sobre o mundo dos sonhos e narra a história de um quebra-nozes oferecido no natal a uma jovem que em sonho lhe dá forma humana.

” O quebra-nozes é apenas um exemplo de como sonhar é bom”.  Dalal Achc

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É imperdível.

Norma

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Fotos e histórias

Quando, por algum motivo, me deparo com uma foto de pessoas desconhecidas, observo suas expressões, o lugar onde se encontram,  logo em seguida vem  a  indagação:  quais seriam suas histórias?  Quais os significados, sentimentos e emoções desses momentos refletidos nas fotos?

Cada pessoa tem sua história que não é puramente individual,  pois nossas vivências se entrelaçam nas trajetórias de outras pessoas.

O falar ou  o contar as histórias propicia a retomada  dos caminhos percorridos, a consciência de si mesmo e a representação de uma época.   Assim,  interesso-me por conhecer trajetórias de vida.

Por outro lado, na terapia de família,  a história é o ponto de partida para análise das questões e fotos podem ser importantes instrumentos para algumas etapas do processo .

O entrelaçamento de fotos e narrativas de vida constituem memórias. Hoje, conforme observa alguns estudiosos as narrações contribuem para que as gerações futuras compreendam e interpretem as atuais tensões e contradições que perpassam nossa sociedade. Também, o  retorno ao biográfico indica uma mudança no campo geral da investigação e da reflexão contemporânea nas ciências humanas.

Veja abaixo o vídeo produzido pela Olympus  que  conta a história de uma pessoa por meio de  fotos. Um trabalho  maravilhoso.

Já pensou em quais fotos escolheria para contar sua história?

Gostaria de compartilhá -las?

Quem sabe pode nasçer aqui  um novo projeto – Linha da vida.


Norma

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Esquecer um livro

 

 

Selinho livro

Pela segunda vez vamos esquecer um livro num local público. Movimento organizado para Isa  do  blog tantoscaminhos em prol do despertar ou  ampliar o gosto pela boa leitura.

Escolhi um livro do Milan Kundera, A valsa dos Deuses. Pretendo deixá-lo em algum lugar na praça perto da minha residência.

Uma pequena sinopse do próprio livro.

“Um pequeno balneário é o cenário onde os pares se encontram e desencontram como se rodopiassem ao som de uma valsa.”

 

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Norma Emiliano

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Blogagem-Teia ambiental

 Esta é a minha participação na blogagem coletiva  organizada pela amiga Rute do blog publicarparacompartilhar.

 

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Bordado cultural

 

A aranha tece com seus fios o seu espaço.
Nós , seres cósmicos
tecemos  nossa cultura

Eu, você, nós
Hoje, amanhã,  a cada dia
Com pequenos gestos
Construimos a educação ambiental

Com a tessitura de nossas teias,
Bordemos com carinho
atitudes com à natureza
Natureza que constitui nossa morada.

Norma

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Construto cultural

 

No momento atual,  em que o individuliasmo, a competição e o efêmero caracterizam os relacionamentos sociais, é muito importante que possamos compartilhar informações que ajudem a refletir sobre o que queremos em relação a este nosso planeta.
Somos parte do que vivenciamos de bom e de ruim. Poder olhar,  perceber e mudar são ações que podem contribuir para um resultado diferenciado.
Quando leio e/ou ouço algum fato,  que amplie nosso olhar para a construção de um mundo menos desigual, mais justo e frateno, considero este espaço uma  das formas de poder compartilhar e , assim, somarmos no reforço de valores que orientem para um mundo melhor.
O relato abaixo me foi enviado por e-mail.
“Umuntu ngumuntu nagabantu” “uma pessoa é uma pessoa por causa das outras pessoas”.
Ditado sul africano da tribo Ubuntu

 

A Jornalista e filósofa Lia Diskin no Festival Mundial da Paz em Floripa (2006) nos presenteou com um caso de uma tribo na África chamado Ubuntu. Ela contou que um antropólogo estava estudando os usos e costumes da tribo e, quando terminou seu trabalho, teve que esperar pelo transporte que o levaria até o aeroporto de volta pra casa. Sobrava muito tempo, mas ele não queria catequizar os membros da tribo então, propôs uma brincadeira pras crianças que achou ser inofensiva.
Comprou uma porção de doces e guloseimas na cidade, botou tudo num cesto bem bonito com laço de fita e tudo e colocou debaixo de uma árvore. Aí ele chamou as crianças e combinou que quando ele dissesse “já!”, elas deveriam sair correndo até o cesto e a que chegasse primeiro ganharia todos os doces que estavam lá dentro.
As crianças se posicionaram na linha demarcatória que ele desenhou no chão e esperaram pelo sinal combinado. Quando ele disse “Já!” instantaneamente todas as crianças se deram as mãos e saíram correndo em direção à árvore com o cesto. Chegando lá, começaram a distribuir os doces entre si e a comerem felizes.
O antropólogo foi ao encontro delas e perguntou porque elas tinham ido todas juntas se uma só poderia ficar com tudo que havia no cesto e, assim, ganhar muito mais doces. Elas simplesmente responderam: “Ubuntu, tio. Como uma de nós poderia ficar feliz se todas as outras estivessem tristes?”
Ele ficou de cara. Meses e meses trabalhando nisso, estudando a tribo e ainda não havia compreendido, de verdade, a essência daquele povo. Ou jamais teria proposto uma competição, certo?”

 Norma

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Expressão de um povo

“A contribuição dos africanos na formação do Brasil foi essencial tanto na composição física da população quanto na conformação do que viria a ser sua cultura, que inclui dimensões como língua, culinária, religião, música, estética, valores sociais e estruturas mentais”(PRANDI, 2005).

A  música exerce uma função importante na consciência de um povo. Ela é uma expressão espontânea, tendo um grande poder de comunicação.  Assim, compartilho com vocês 

Ilê Ayê
Daniela Mercury
Composição: Miltão / Renê Veneno / Guiguio

 

O canto do negro
Veio lá do alto
É belo como a íris dos olhos de Deus, de Deus
E no repique, no batuque
No choque no aço
Eu quero penetrar
No laço afro que é meu, e seu
Vem cantar meu povo
Vem cantar você
Bate os pés no chão moçada
E diz que é do Ilê Ayê
Lá vem a negrada que faz
O astral da avenida
Mas que coisa bonita
Quando ela passa me faz chorar
Tu és o mais belo dos belos
Traz paz e riqueza
Tens o brilho tão forte
Por isso te chamo de Pérola Negra
Ê, Pérola Negra
Pérola Negra Ilê Ayê
Minha Pérola Negra
Lá vem a negrada que faz
O astral da avenida
Mas que coisa mais linda
Quando ela passa me faz chorar
Tu és o mais belo dos belos
Traz paz e riqueza
Tens o brilho tão forte
Por isso te chamo de Pérola Negra
Com sutileza
Cantando e encantando a nação
Batendo bem forte em cada coração
Fazendo subir a minha adrenalina
Como dizia Buziga
Edimin
Emife Nagô Dilê
Edimin
Emife Nagô Dilê
Ê, Pérola Negra
Pérola Negra, Ilê Ayê
Minha Pérola Negra.

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Viagem ao túnel do tempo

discoradio

                                                                                                     

Recebi de uma pessoa amiga e compartilho, sem saudosismo, rs,rs,.

Aos mais antigos para recordarem e aos mais novos conhecerem, pois faz parte da nossa cultura.

  

Vou-me Embora pro Passado

Jessier Quirino
Composição: Jessier Quirino

 

Vou-me embora pro passado
Lá sou amigo do rei
Lá tem coisas “daqui, ó!”
Roy Rogers, Buc Jones
Rock Lane, Dóris Day
Vou-me embora pro passado.

Vou-me embora pro passado
Porque lá, é outro astral
Lá tem carros Vemaguet
Jeep Willes, Maverick
Tem Gordine, tem Buick
Tem Candango e tem Rural.

Lá dançarei Twist
Hully-Gully, Iê-iê-iê
Lá é uma brasa mora!
Só você vendo pra crê
Assistirei Rim Tim Tim
Ou mesmo Jinne é um Gênio
Vestirei calças de Nycron
Faroeste ou Durabem
Tecidos sanforizados
Tergal, Percal e Banlon
Verei lances de anágua
Combinação, califon
Escutarei Al Di Lá
Dominiqui Niqui Niqui
Me fartarei de Grapette
Na farra dos piqueniques
Vou-me embora pro passado.

No passado tem Jerônimo
Aquele Herói do Sertão
Tem Coronel Ludugero
Com Otrope em discussão
Tem passeio de Lambreta
De Vespa, de Berlineta
Marinete e Lotação.

Quando toca Pata Pata
Cantam a versão musical
“Tá Com a Pulga na Cueca”
E dançam a música sapeca
Ô Papa Hum Mau Mau
Tem a turma prafrentex
Cantando Banho de Lua
Tem bundeira e piniqueira
Dando sopa pela rua
Vou-me embora pro passado.

Vou-me embora pro passado
Que o passado é bom demais!
Lá tem meninas “quebrando”
Ao cruzar com um rapaz
Elas cheiram a Pó de Arroz
Da Cachemere Bouquet
Coty ou Royal Briar
Colocam Rouge e Laquê
English Lavanda Atkinsons
Ou Helena Rubinstein
Saem de saia plissada
Ou de vestido Tubinho
Com jeitinho encabulado
Flertando bem de fininho.

E lá no cinema Rex
Se vê broto a namorar
De mão dada com o guri
Com vestido de organdi
Com gola de tafetá.

Os homens lá do passado
Só andam tudo tinindo
De linho Diagonal
Camisas Lunfor, a tal
Sapato Clark de cromo
Ou Passo-Doble esportivo
Ou Fox do bico fino
De camisas Volta ao Mundo
Caneta Shafers no bolso
Ou Parker 51
Só cheirando a Áqua Velva
A sabonete Gessy
Ou Lifebouy, Eucalol
E junto com o espelhinho
Pente Pantera ou Flamengo
E uma trunfinha no quengo
Cintilante como o sol.

Vou-me embora pro passado
Lá tem tudo que há de bom!
Os mais velhos inda usam
Sapatos branco e marrom
E chapéu de aba larga
Ramenzone ou Cury Luxo
Ouvindo Besame Mucho
Solfejando a meio tom.

No passado é outra história!
Outra civilização…
Tem Alvarenga e Ranchinho
Tem Jararaca e Ratinho
Aprontando a gozação
Tem assustado à Vermuth
Ao som de Valdir Calmon
Tem Long-Play da Mocambo
Mas Rosenblit é o bom
Tem Albertinho Limonta
Tem também Mamãe Dolores
Marcelino Pão e Vinho
Tem Bat Masterson, tem Lesse
Túnel do Tempo, tem Zorro
Não se vê tantos horrores.

Lá no passado tem corso
Lança perfume Rodouro
Geladeira Kelvinator
Tem rádio com olho mágico
ABC a voz de ouro
Se ouve Carlos Galhardo
Em Audições Musicais
Piano ao cair da tarde
Cancioneiro de Sucesso
Tem também Repórter Esso
Com notícias atuais.

Tem petisqueiro e bufê
Junto à mesa de jantar
Tem bisqüit e bibelô
Tem louça de toda cor
Bule de ágata, alguidar
Se brinca de cabra cega
De drama, de garrafão
Camoniboi, balinheira
De rolimã na ladeira
De rasteira e de pinhão.

Lá, também tem radiola
De madeira e baquelita
Lá se faz caligrafia
Pra modelar a escrita
Se estuda a tabuada
De Teobaldo Miranda
Ou na Cartilha do Povo
Lendo Vovô Viu o Ovo
E a palmatória é quem manda.

Tem na revista O Cruzeiro
A beleza feminina
Tem misse botando banca
Com seu maiô de elanca
O famoso Catalina
Tem cigarros Yolanda
Continental e Astória
Tem o Conga Sete Vidas
Tem brilhantina Glostora
Escovas Tek, Frisante
Relógio Eterna Matic
Com 24 rubis
Pontual a toda hora.

Se ouve página sonora
Na voz de Ângela Maria
“— Será que sou feia?
— Não é não senhor!
— Então eu sou linda?
— Você é um amor!…”

Quando não querem a paquera
Mulheres falam: “Passando,
Que é pra não enganchar!”
“Achou ruim dê um jeitim!”
“Pise na flor e amasse!”
E AI e POFE! e quizila
Mas o homem não cochila
Passa o pano com o olhar
Se ela toma Postafen
Que é pra bunda aumentar
Ele empina o polegar
Faz sinal de “tudo X”
E sai dizendo “Ô Maré!
Todo boy, mancando o pé
Insistindo em conquistar.

No passado tem remédio
Pra quando se precisar
Lá tem Doutor de família
Que tem prazer de curar
Lá tem Água Rubinat
Mel Poejo e Asmapan
Bromil e Capivarol
Arnica, Phimatosan
Regulador Xavier
Tem Saúde da Mulher
Tem Aguardente Alemã
Tem também Capiloton
Pentid e Terebentina
Xarope de Limão Brabo
Pílulas de Vida do Dr. Ross
Tem também aqui pra nós
Uma tal Robusterina
A saúde feminina.

Vou-me embora pro passado
Pra não viver sufocado
Pra não morrer poluído
Pra não morar enjaulado
Lá não se vê violência
Nem droga nem tanto mau
Não se vê tanto barulho
Nem asfalto nem entulho
No passado é outro astral
Se eu tiver qualquer saudade
Escreverei pro presente
E quando eu estiver cansado
Da jornada, do batente
Terei uma cama Patente
Daquelas do selo azul
Num quarto calmo e seguro
Onde ali descansarei
Lá sou amigo do rei
Lá, tem muito mais futuro
Vou-me embora pro passado.

 

 Então gostou?  De tudo que leu o que lhe agradou mais?

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“Canção de amor”

 

“Em cada Casa uma Canção, em cada Canção uma Saudade”  

 

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Conservatória, lugar das Canções de Amor,  nas Noites de Luar

 

Estive por estes dias em Conservatória, no Estado do Rio de Janeiro, situada a uma altitude de 518 metros. Limita-se com o estado de Minas Gerais, distritos de Santa Isabel do Rio Bonito, Parapeúna, Pentagna, Valença e com o município de Barra do Piraí.

Foi fundada em 1789. Dentre as histórias que justificam o  seu nome, a mais contada é que o lugar era  conhecido como “Conservatório dos índios, Araris.

Com a  colonização o povoado teve o  nome de Santo Antonio do Rio Bonito pelo rio que o atravessa e em homenagem ao padroeiro. Contudo, a tradição indigina marcou e o nome ficou sendo Conservatória.

A cultura do café foi a principal atividade econômica e as centenárias construções da vila, estilo colonial, foram preservadas e as ruas principais mantêm as pedras pé-de-moleque originais da construção. Por outro, lado a prosperidade econômica do séc. XIX deu origem a outra tradição da vila: serenatas, que são músicas cantadas sob o sereno, que se transformaram no principal ponto turístico da região.

Assim, encontra-se lá o Museu da Seresta que mantém viva uma página da cultura musical brasileira, reunindo os seresteiros todos os fins de semana (sextas e sábados) a partir das 23 horas, que de lá saem para cultivar o hábito.

São 132 anos de serenatas. Segundo a história esta  tradição nasceu com um romântico professor de música e tocador de violino, Andreas Schmidt, que, em uma noite enluarada no silêncio do vilarejo, atraiu espectadores e transformou em   rotina tocar seu violino na praça, nas noites estreladas. Com isto, pouco a pouco, músicos vindos de outros lugares passaram a acompanhar as serenatas do professor, e essa virou uma característica incorporada ao lugar.
 
Histórias de grandes paixão também são associadas à Conservatória.  Conta-se  que em 1938, um abastado fazendeiro de Santa Isabel, distrito vizinho, que vivia uma paixão não correspondida por uma moça de Conservatória, resolveu demonstrar seu amor conforme a tradição. Colocou seu piano de cauda em cima de um caminhão só para tocar e cantar sob a janela da amada. Segundo os boatos,  este gesto deu resultado, e a moça aceitou -o como esposo.

Esta é uma cidade que mantem suas características simples e tranquila, cujos moradores cultuam seus costumes e se reunem para preservar, principalmente,  as serestas que atraem os turistas.

Nos fins de semana, há uma feirinha de artesanato na pracinha perto do Empório, onde ficam expostos doces, chapéus, Cds, artesantos e licores.

Um dos símbolos da história do lugar encontra-se  na entrada na cidade: a antiga “Maria Fumaça”, da Rede Mineira de Viação, que puxava os vagões de passageiros e também o trem com a produção de café, hoje estacionada em frente à antiga Estação Ferroviária de Conservatória.

As cachoeiras, as fazendas  centárias (São Bernardo, Santa Clara, Florença, entre outras) com seus  encantos naturais, constituem outros pontos de atração aos visitantes.

 Conhecer esta cidade nos faz viajar no túnel do tempo e absorver o encantamento da vida através das beleza musical e das demais  artes locais.

Valeu a pena este passeio e recomendo.

 

 

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