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Blogagem Coletiva

Esta é minha participação na blogagem O que é espiritualidade para mim, coordenada pela amiga  Rosélia do blog  Espiritual- Idade que completa hoje 2  anos.

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O VÁCUO EXISTENCIAL


A fé pura que brota de uma força interior, torna o homem mais forte".  Frankl Viktor

Vivenciamos uma época em que, conforme algumas pesquisas indicam, 20% das neuroses estão relacionadas pelo sentimento de ausência de sentido de vida. Diferente dos animais, o homem não dispõe de um instinto que o guie ao que fazer. Por outro lado, a tradição não é mais um referencial e o consumismo confunde os desejos, e as necessidades ficam nebulosas. Frankl Viktor (1989)

No contexto de frustração existencial, a ausência de uma missão e de uma atividade que se preste a uma contribuição singular pode causar doenças.

Há uma dimensão supra-humana efetivada na fé e fundada no amor que exerce uma imensa influência no sentido da vida.

Em meu direcionamento pessoal e profissional, dei-me conta do quanto o ser humano importa para mim. Considero que o meu sentido de vida encontra-se no “estar em cena”. Você pode se perguntar, mas o  que significa isto?  Significa que é interagir,  afetar e ser afetada,  trocar e tocar os corações daqueles que compartilham desta minha passagem pela vida.

Ao afetar e ser afetado, arco com as responsabilidades por todas as minhas escolhas e decisões. Concebo que o meu futuro, como de tudo que me rodeia, de certa forma, depende das minhas decisões, e assim sendo, participo de contínua construção do mundo.

Enfim, caminhar na espiritualidade é crer na dimensão supra-humana, é crescer com  amor e no amor. É nesse caminhar que encontro o sentido da  vida.

Querida Rosélia desejo que o seu blog tenha muito sucesso sempre e que continue como  veículo da difusão de suas crenças e da sua forma de ver e sentir a vida.  PARABÉNS

Bjs,

Norma

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Blogagem Coletiva – A melhor idade

Participando da blogagem da BCV das queridas Gina, Rute, Rosélia, achei que poderia contribuir com algumas reflexões sobre esta etapa da vida (terceira idade) que vem contemplada como um novo rótulo – Melhor Idade.

O Idoso e os  afetos

Nascer, crescer, envelhecer e morrer são inerentes ao viver. O envelhecimento é um processo, “envelhecemos como vivemos; nem melhor, nem pior” (Jack Messy).

Eu estou nesta fase e sinto- me à vontade para afirmar que “envelhecemos conforme vivemos”.  Ao longo da vida construímos nossa bagagem e com ela seguimos até o último suspiro. Os vínculos não nasçem prontos;  é no dar e receber que os teçemos.

A estrada da vida é de altos e baixos,  de alegrias e tristezas, de encontros e desencontros. A forma como lidamos com estes antogonismos cria o pano de fundo da nossa história.

Na música  O Velho, Chico Buarque nos convida a refletir sobre o envelhecimento.

Qual a aprendizagem que podemos retirar deste viver cantado e escrito por Chico?


“O velho sem conselhos
De joelhos
De partida
Carrega com certeza
Todo o peso
Da sua vida
Então eu lhe pergunto pelo amor
A vida iteira, diz que se guardou
Do carnaval, da brincadeira
Que ele não brincou
Me diga agora
O que é que eu digo ao povo
O que é que tem de novo
Pra deixar
Nada
Só a caminhada
Longa, pra nenhum lugar

O velho de partida
Deixa a vida
Sem saudades
Sem dívida, sem saldo
Sem rival
Ou amizade
Então eu lhe pergunto pelo amor
Ele me diz que sempre se escondeu
Não se comprometeu
Nem nunca se entregou
E diga agora
O que é que eu digo ao povo
O que é que tem de novo
Pra deixar
Nada
E eu vejo a triste estrada
Onde um dia eu vou parar

O velho vai-se agora
Vai-se embora
Sem bagagem
Não sabe pra que veio
Foi passeio
Foi passagem
Então eu lhe pergunto pelo amor
Ele me é franco
Mostra um verso manco
De um caderno em branco
Que já fechou
Me diga agora
O que é que eu digo ao povo
O que é que tem de novo
Pra deixar
Não
Foi tudo escrito em vão
E eu lhe peço perdão
Mas não vou lastimar

Norma

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Blogagem coletiva -Teia ambiental

 

 Esta é a minha participação na blogagem coletiva  organizada pela amiga Rute do blog publicarparacompartilhar.

 

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Somos instrumentos

 

Encontramo-nos  em um momento histórico do mundo que urge mudanças.

Criar um melhor equilíbrio entre a sociedade humana e o ambiente requer esforços individuais e coletivos. A generosidade pode ser uma força poderosa de motivação às mudanças. Ser generoso no sentido de desenvolver recursos internos próprios, desempenhando um modo positivo de SER.

Ao cumprirmos nossa responsabilidade também cumprimos com nossa responsabilidade com a sociedade.

Nesse compromisso a auto reflexão e autodesenvolvimento podem  nos fornecer os instrumentos de que precisamos para contribuir. A boa intenção traz sinceridade às nossas ações e sustenta os nossos esforços.  A força criada pelas ações desperta um modo de SER.
 
Podemos ser o exemplo vivo na responsabilidade em direção ao bem-estar.

Confiar que “uma andorinha pode fazer  verão” é pensar que somos seres interdependentes e que toda ação gera uma reação.  Ações em pról a  um contexto mais harmônico fluirá em um circuito gerando as transformações que atendam às questões sócio-ambientais, voltadas à sustentabilidade.

Agora , para complementar, leia a lenda abaixo que recebi de uma amiga.

Conta certa lenda que estavam duas crianças patinando num lago congelado. Era uma tarde nublada e fria, e as crianças brincavam despreocupadas. De repente, o gelo se quebrou e uma delas caiu, ficando presa na fenda que se formou. A outra, vendo seu amiguinho preso e se congelando, tirou um dos patins e começou a golpear o gelo com todas as suas forças, conseguindo por fim quebrá-lo e libertar o amigo. Quando os bombeiros chegaram e viram o que havia acontecido, perguntaram ao menino:

- Como você conseguiu fazer isso? É impossível que tenha conseguido quebrar o gelo, sendo tão pequeno e com mãos tão frágeis!

Nesse instante, um ancião que passava pelo local, comentou:

- Eu sei como ele conseguiu.

Todos perguntaram:

- Pode nos dizer como?
- É simples. – respondeu o velho – Não havia ninguém ao seu redor, para lhe dizer que não seria capaz.

“Deus nos fez perfeitos e não escolhe os capacitados, capacita os escolhidos. Fazer ou não fazer algo só depende de nossa vontade e perseverança.”  Albert Einstein

 

Norma Emiliano

 

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Blogagem – Juventude

 

Este texto é minha participação na blogagem coletiva fases da vida organizada pelas amigas Rute, Rosélia e Gina.

 

Vida adulta

 

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Quando pensamos na juventude miramos o horizonte.

 

Viajando no tempo, visualizo momentos marcantes da minha vida na juventude e me pergunto quando me dei conta da transição da adolescência para vida adulta?

Ingressei na faculdade aos 19 anos e tive o primeiro gostinho de ter meu dinheiro próprio, apesar de diminuto, com a bolsa de trabalho. Após dois anos, passei num concurso e, então, soube o que era ter autonomia nos meus gastos. Neste momento, pude ajudar meus pais em algumas situações e, principalmente, bancar o meu enxoval.

Outro fato importante foi sair da casa dos meus pais quando me casei. Tive que assumir responsabilidades e dar conta do meu cotidiano profissional e do lar. Após sete meses de casada fiquei grávida e “tremi nas bases”, pois estaria somando um novo papel, o de ser mãe. Estes foram grandes desafios que fui enfrentando, mas de certa forma, sentia-me emocionalmente imatura.

O nascimento da minha primeira filha, creio  que se constituiu num grande marco desta transição, em relação à maturidade emocional.

No ciclo de vida familiar, a juventude relaciona-se à fase adulta, ou seja, aquela em que os filhos se encontram com seus projetos pessoais e partem ao encontro de suas realizações.

É uma fase marcada por períodos de transições que se sucedem, de momentos de mudanças na estrutura do indivíduo, em sua forma de ver a si próprio, os outros e o mundo.

Há divergências entre autores na demarcação desta fase.   Eriksonm, 1998, compreende o período do jovem adultos  dos 20 aos 35 anos

McGoldrick, 1995,  faz uma distinção entre  o jovem adulto solteiro que não saíu da casa dos pais para aquele que  está  fisicamente separado, trabalhando e vivendo fora da casa dos pais. Observa-se que, nessa descrição a transição é sinalizada pelo afastamento dos jovens em relação à família de origem.

Nesta forma de entender, ser adulto se define  através da   formação escolar, da inserção profissional, da sáida da casa dos pais e da constituição de um novo núcleo familiar.

Na  atualidade, alguns fatores ( transformação do mundo do trabalho, a inserção social da mulher entre outros) têm acarretado o adiamento da entrada na vida adulta, ou seja,  há novos critérios a serem considerados. A autonomia se constrói através da prática de negociações constantes entre os filhos e os pais sobre suas condutas no contexto doméstico, de modo que vão criando “consensos” que permitem a construção de uma relação de igualdade entre eles. (Ramos, 2006),

Cria-se assim um grande desafio,  fazer uma articulação entre pertencer à família e não ser englobada por ela.

Referências.

Carter, B., & McGoldrick, M.  As mudanças no ciclo de vida familiar: Uma estrutura para a terapia familiar. Porto Alegre:
Artes Médicas, 1995

Erikson, Erick. O ciclo da vida completo. Porto Alegre: Artes Médicas, 1998.

Ramos, E. As negociações no espaço doméstico: construir a “boa distância” entre pais e jovens adultos “coabitantes”, 2006.

Norma

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Blogagem Coletiva- “inclusão de portadores de necessidades especiais”

 

 

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Uma questão Social

 

Soube destas coletiva, hoje,  e não poderia permanecer ausente. Através da minha vida pessoal e profissional,  acompanhei e acompanho as dificuldades  emocionais, financeiras, entre outras,   que  famílias e indivíduos enfretam quando surgem as diferenças no nascimento de um ser.

Poderia contar inúmeras histórias envolvendo as várias nuances para se superar e enfrentar esta questão , mas prefiro somar  no sentido de  afirmar  aqui a importância de acrescentarmos ao nosso cotidiano esta luta,   pois é um tema distante da realidade social do Brasil.  Muitas pessoas com algum tipo de deficiência são discriminadas .

Alguns estudiosos, entre eles, Pastore (2007),  afirma que as pessoas portadora de necessidade especiais possui uma vida muito sofrida e  esse sofrimento advém da combinação de suas limitações com os obstáculos criados pela sociedade. Portanto, cabe a todos nós, cidadãos,  lutarmos para que  a inclusão social dessas pessoas aconteça -  o respeito pelos direitos e a igualdade de condições.

Esta blogagem coletiva foi proposta Pandora  e  Aleska  com o objetivo de  chamarem atenção sobre a inclusão do portador de necessidades especiais em nosso país.

Norma

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Nascimento do menino Jesus

 

 

 

 

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Reedito este texto publicado em 2009  nesta minha participação da blogagem coletiva proposta pela amiga  roselia do blog  espiritual-idade

 

O que significa o Natal

Na proximidade do Natal,   convido-o a pensar na  família e  na importância dos seus recursos enquanto  célula “mater” da sociedade.

O Natal  é muito mais que um data ou um dia no calendário. É uma jornada do espírito, das trevas para a luz, do caos para a paz, da separação para a união do amor“.  Karen Katafiasz

A aproximação das festas natalinas traz uma série de sentimentos às pessoas, alguns deles ambivalentes.

O Natal é a data do nascimento de Jesus. Cultiva a fraternidade, alegria, harmonia, presentes, união e amor. Este evento universal tradicionalmente leva as famílias a se reunirem para a ceia, que deveria representar a alegria do reencontro do menino Jesus.

Os núcleos familiares são construídos pelo casal e envolve o desafio da união de duas famílias, isto é, as famílias de origem de cada um deles (pai, mãe, irmãs, tios, avós, etc.) com seus valores, comportamentos, mitos, enfim, diferenças no modo de agir  e pensar.

No Natal, festa familiar, os desejos oriundos dos sentimentos de pertencimento e lealdade provocam, constantemente, grande tensão, entre os diversos membros  das famílias, nas decisões de quem vai reunir com quem, onde e como. Somado a este aspecto, os conflitos do dia -a -dia decorrentes das diversas alianças entre cada um dos membros traz a apreensão e dificuldade na organização e participação no evento, que acaba  favorecendo que venham à tona todas as questões mal resolvidas. Portanto, nem sempre o espírito da data é o que  predomina.

Se pensarmos na família como uma grande teia interligada, observamos que qualquer coisa que  mexa um ponto repercute- se por todo o sistema. Assim, esse momento pode permitir uma reflexão sobre como as relações familiares estão acontecendo, bem como sobre a atitude, a parcela de cada um,  para o estabelecimento de um  contexto no qual a reunião dos membros signifique mais prazer do que tensão.

Segundo Michael Nichols, 1990, “ é necessário parar de esperar que os outros mudem,  vá ao encontro de sua família, ou seja, só se desperta o amor agindo de forma amorosa.”  Isto não significa que as mudanças sejam fáceis e simples, tendo em vista que os hábitos  são cômodos e portanto exigem reflexão, atos deliberados e muita  determinação.

Norma Emiliano

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Blogagem Coletiva – Anunciação

 Texto publicado em 2009  e reeditado nesta minha participação da blogagem coletiva proposta pela amiga  Roselia do blog  espiritual-idade,  hoje com o tema Anunciação.

 

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Anunciação- Conceição Resende /Porto

 

A Coroa do Advento

“Você não veio ao mundo para ser “esmagado” por imposições, mas para cumprir o propósito do seu espírito”. Silvia Schmidt

As lojas se revestem de verde e vermelho, o que em nossa cultura pode aludir respectivamente à esperança, à vida nova e à paixão, à conquista. O advento se aproxima. Na tradição cristã, o advento é um tempo de reflexão e preparação espiritual; é um tempo apropriado para fomentar a construção da esperança. Para o mundo do mercado é momento das vendas. Entre o espírito da fraternidade e o mundo da exclusão social, (miséria, desemprego, discriminações) a humanidade caminha.

Duas forças regem o caminho da humanidade: a força material, econômica impulsionada pelo trabalho e expressa no consumo e a força espiritual, impulsionada pelo amor e expressa na solidariedade.  Entretanto, a exigência da felicidade construída pelo padrão do capitalismo traz um peso e uma contradição. O ser humano tem necessidades primárias (alimentação, teto, vestimenta, etc.) que precisam ser atendidas diariamente, mas muitas pessoas não as conseguem. Por outro lado, vive-se um cotidiano marcado pelo consumismo, violência, desigualdades e perdas.

O que é felicidade? A felicidade humana se constrói em atos de amor a si próprio e aos outros. Nos livros sagrados encerra- se esta sabedoria “veja- se no próximo”. De acordo com Bowen (1978) a natureza humana contém dois conjuntos de forças opostas: as que unem as personalidades e as que lutam para se libertar rumo à individualidade. É nesse equilíbrio que caminham a solidariedade e o individualismo.

A atualidade traz o forte cunho do individualismo que se bem aplicado pode trazer bons resultados pessoais e sociais. Para alcançá-lo torna-se necessário buscar a si próprio no sentido da responsabilidade pessoal e coletiva, ao autoconhecimento e ao desenvolvimento da auto estima. Por outro lado, na medida em que se desenvolve a auto estima com olhar crítico e generoso sobre si mesmo, possibilita- se que não haja tanta contaminação pelo modismo maligno que fixa conceitos de beleza, status e padrões de felicidade.

Formamos uma rede, assim para que o bem estar seja profícuo é necessário que haja uma outra forma de convivência social. De acordo com o primeiro artigo da Declaração Universal de Direitos Humanos “todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos. Dotados de razão e de consciência, devem agir uns para com os outros em espírito de fraternidade”.  Contudo, nem sempre o que está escrito é a realidade. Esta seria uma forma ideal de convivência .

Neste sentido, na medida em que possamos ampliar a autopercepção, a percepção da riqueza das relações sociais como fonte de aprendizado e  possamos ter como objetivo pessoal e coletivo a solidariedade, estaremos trilhando caminhos de esperança de tempos melhores. Que o  ritual Natalino contamine a essência e que numa corrente de amor  impulsione a conquista de  um mundo onde sejam  possíveis a dignidade, a justiça, a paz .

Norma

 

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Minha Idéia é meu pincel

 

Esta é minha participação na quarta semana da Blogagem coletiva proposta pela amiga Glorinha do blog cafecombolo,   Minha Idéia é meu pincel.

 

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Edgar Degas – Les Danseuses Bleues

 

Dançemos

 

Gosto muito do azul e dos movimentos da dança,  no entanto o que me chama atenção na tela Les Danseuses Bleues é  a forma como cada uma das dançarinas isola – se em seu próprio gesto. Metaforicamente, considero  a busca do seu próprio eu.

Olhos fechados, gestos cuidadosamente executados, languidez, rodopios sincronizados em busca da arte do viver, do encontro de si mesmo e  da auto estima  para  poder alçar voos em direção ao outro.

Estar próximo e distante a tal ponto que possa sentir os movimentos das demais e  ao mesmos fazer os seus próprios, no equilíbrio dos passos.  Movimentos de libertação e transformação. “É incrível o que podemos fazer quando não sabemos do que somos capazes.” Garfield.

Segundo a mitologia Hindu,  Shiva, o senhor da dança, possui dois aspectos: destruidor e criador.  Shiva ao dançar executa este ritual,  revolve toda a neve sob seus pés e a sua volta,  destrói o universo. Porém a neve remexida pela dança se derrete e forma um pequeno filete de água que ao  descer as montanhas forma  pequenos veios que mais abaixo se transformam  numa volumosa fonte de vida que é o Rio Ganga.

Shiva é o mestre tecelão do espaço e do tempo. (fonte)

Assim, faço desta menção à tela o convite  para  DANÇAR.

 

 

 

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