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O Quebra-Nozes

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Assisti, no Teatro Municipal do Rio de Janeiro, a apresentação do Ballet O  Quebra-Nozes. É um ballet tradicional de Natal com música de Tchaikovsky, coreografia de Dalal Achcar,  direção artística de Helio Bejani e regência de Silvio Viegas.   É um marco do Natal no mundo inteiro.

É um espetáculo maravilhoso, um  mergulho na fantasia acompanhada de belezas musicais, excelentes bailarinos, figurinos coloridos e harmoniosos  e arrojadas coreografias.  A produção  envolve cerca de 120 artistas, tendo como estrelas Ana Botafogo e o cubano Rolando Sarabia.

A história começa na véspera de Natal,  com os brinquedos e as crianças como protagonistas;  é uma  fábula sobre o mundo dos sonhos e narra a história de um quebra-nozes oferecido no natal a uma jovem que em sonho lhe dá forma humana.

” O quebra-nozes é apenas um exemplo de como sonhar é bom”.  Dalal Achc

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É imperdível.

Norma

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Patchwork

Hoje, eu quero apresentar para você o trabalho de uma jovem artista,  Fernanda , que me encantou com a delicadeza dos seus trabalhos manuais.

Fernanda é uma mineira, de Divinópolis,  que mantem dois blogs : O EntrelaçarUm espaço para aproximar e falar dos laços da vida que alegram o coração na simplicidade do cotidiano e do feito à mão” e  o Divino Lacinho que é  sua loja virtual.

Eu não resisti e encomendei algumas de suas peças que me foram enviadas com presteza, muito capricho, bom gosto e carinho, pois além da encomenda me enviou alguns mimos.

Para você se animar a conhecer o seu espaço, veja a  foto de uma das peças  cheirosas  pela qual  me interessei


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E veja o que ganhei.

Porta lenço de papel


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e moranquinhos cheirosos com uma mensagem escrita pelo meu escritor predileto, Rubem Alves.

MORANGOS À BEIRA DO ABISMO  

Um homem ia feliz pela floresta quando, de repente, ouviu um urro terrível. Era um leão. Ele teve muito medo e começou a correr. O medo era muito, a floresta era fechada. Ele não viu por onde ia e caiu num precipício. No desespero agarrou-se a uma raiz de árvore, que saía da terra. Ali ficou, dependurado sobre o abismo. De repente olhou para a sua frente: na parede do precipício crescia um pezinho de morangos. Havia nele um moranguinho, gordo e vermelho, bem ao alcance da sua mão. Fascinado por aquele convite, para aquele momento, ele colheu carinhosamente o moranguinho, esquecido de tudo o mais. E o comeu. Estava delicioso! Sorriu, então, de que na vida houvesse morangos à beira do abismo…

Vale a pena conferir.

Norma

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Metamorfoses

Ilusão/ambiguidade

Recebi por e-mail  uma apresentação da arte de Vitor Molev, arquiteto,  pintor e decorador russo, de  Nizhniy Novgorod, e  fiquei admirada.  Já tinha visto algumas imagens ilusionistas, mas este artista as  supera com sua criatividade, efeitos originais, dando duplo sentido às imagens.

É impressionante ver  o rosto de Albert Einstein no xadrez aleatoriamente espalhado, Beatles e muitas outras celebridades . Ele  retrata várias personalidades conhecidas recorrendo a imagens e simbologias.  Veja e confira.


Norma

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Arte e sociedade

Tarsila do Amaral_auto-retrato_1924

Tarsila do Amaral – Auto-retrato, 1924


Navegando pelo You Tube encontrei um trabalho  onde  alunos recriaram os cenários dos quadros de Tarsila  do Amaral. Através da edição de imagem encontramos  temas sociais que destacam a realidade brasileira.

Tarsila, artista brasileira de Capivari,   tornou- se  internacionalmente conhecida  como uma das mais célebres pintoras modernistas do Brasil.

Nasceu, em 1886 numa propriedade rural no interior de São Paulo e faleceu em 1973, aos 86 anos . Hoje  O Catálogo Raisonné  consta de   2132  obras .

Se desejar saber mais sobre a  artista clique aqui

Eu invento tudo na minha pintura. E o que eu vi ou senti, eu estilizo. Tarsila do Amaral

Podemos ter um olhar crítico e participar da construção de um mundo melhor de várias maneiras,  principalmente  tendo coerência com o que falamos e fazemos. Somos seres políticos.

Norma

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O divino

Recebi um e-mail sobre uma menina prodígio Akiane Kramarik. Acredito que alguns de vocês  já leram sobre ela, mas me senti impelida  a compartilhar.

É uma poetisa e artista que sempre estudou em sua própria casa. Hoje esta com 13 para 14 anos, vive em Idaho, EUA. Desde os 4 anos de idade desenha, , a partir dos 6 anos pinta  e compõe poesias. Assim,  tem se tornado bastante popular,  participando de vários programa americanos. É muito espiritualizada e atribui seus talentos a Deus. Seu maior deseja é que “todos amem a Deus e uns aos outros”.

Segundo os relatos,   a inspiração para sua arte e literatura vem de suas visões, observações das pessoas, sonhos,  da natureza e de Deus

No google encontrei alguns exemplos de sua obra, entre elas as duas abaixo:

Conheça mais em seu site oficial

É um exemplo dos mistérios da vida.

bjs

Norma

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Mãos do homem

Natureza e arte
O ser humano com suas mãos tem várias possibilidades de demonstrar a beleza da existência. Hoje,  ao despertar para o novo dia, tive vontade de reforçar esta habilidade e compartilhar com vocês algumas fotos  do Norte da Holanda que recebi por e-mail,  descrevendo o local registrado.
“À primeira vista parece a obra de uma criança equipada com uma caixa de lápis de cor.Ou quem sabe as listras de roxo, amarelo, vermelho, laranja, rosa e verde de uma colcha de retalhos. No entanto, longe de ser o caderno de uma criança ou uma cama de casal, isto é, de fato, Norte da Holanda,antes do verão europeu, onde mais de 10 mil hectares são dedicados ao cultivo dessas flores delicadas. A paisagem holandesa em maio é um caleidoscópio de cores vertiginoso com as tulipas estourando em vida. Os bulbos foram plantados no final de outubro e início de novembro, e estas criações coloridas estão agora prontos para serem colhidos e vendidos como bouquet de flores em floriculturas e supermercados. (…) Os maiores campos de tulipas na Holanda podem ser encontrado nos jardins de tulipas Keukenhof”.
  

 

 

Desconheço a autoria das fotos quem souber me informa

“É um espetáculo maravilhoso da natureza orientada pelas mãos dos homens.”

 

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Benito Q. Martin

 

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                            Imagem Internet

 

Benito Quinquela Martín, pintor, gravador e muralista. Nasceu em Buenos Aires, em março de 1890  e morreu em 28 de janeiro de 1977, aos 86 anos.

De origens humildes,  foi abandonados por seus pais em um orfanato, onde permaneceu até os 6 anos, quando foi adotado por Chinchella e Justina Manuel Molina.

Auto didata, transformou-se no pintor mais popular da Argentina. Sua obra  mostra a atividade portuária, a vivacidade e a aspereza do cotidiano da portuária La Boca. Seu atelier funcionava na rua Caminito.  Captou a peculiaridade do bairro e a adotou   para dar colorido a seus quadros. “Suas paisagens foram construídas com grandes pinceladas de cores quase puras que, colocadas em camadas densas, criam relevos construtivos.  Suas paisagens se transformam em uma cosmovisão de forças quase abstratas. Rosas, verdes e azuis sugerem o amanhecer e o entardecer nas margens do rio”.  Fonte

Em 04 de novembro de 1918 abre a primeira exposição individual na galeria Witcomb. Em 1921 ele fez sua primeira exposição internacional no Rio de Janeiro. Em 1938, inaugurou o Museo de Bellas Artes de La Boca, com 700 obras.

Entre suas obras mais famosas são: Tormenta en el Astillero ( Musée du Luxembourg , Paris ), Puente de la Boca ( St. James’s Palace , de Londres ) e Crepúsculo en el astillero ( Museo Nacional de Bellas Artes , Buenos Aires).
Quinquela Martin tornou-se um filantropo, doando ao bairro e à cidade uma série de obras.

 Fonte: Wikipedia

  

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A arte da vida

 

A arte é uma flor nascida no caminho da nossa vida, e que se desenvolve para suavizá-la.  Arthur Schopenhauer

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                                          NE-  Caminito/ Buenos aires

 

O Caminito, no bairro de La Boca, na periferia de Buenos Aires,  é um lugar pitoresco,  colorido de artes,  constituido de  100  metros de extensão.  É um bairro típico de imigrantes das mais distintas origens, entre as quais se destacam: gregos, iugoslavos, turcos e italianos e genoveses.

A iniciativa de colocar esse nome na rua surgiu de um   amigo de Juan de Dios,  o artista plástico boquense, Benito Quinquela Martín.

A origem das cores diversas está relaciona às sobras de tintas que os marinheiros traziam para as suas casas. Não havia dinheiro suficiente para comprar tinta e a quantidade era escassa para pintar toda a casa de uma mesma cor, assim se aproveitava as tintas que conseguiam.

Hoje é uma rua turística, visitada  por estrangeiros e argentinos de todo o país.

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                            Foto NE

Norma

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