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O BRANCO EM MINHA HISTÓRIA
Respeito aos animais
A cor branca reportou-me a minha infância. Lembrei-me da casa em que morava aos 6 anos de idade e de tudo mais que fez parte desta etapa da minha vida.
Fase de muitas brincadeiras e rodeada de pequenos e queridos animais, entre eles a “branquinha”, uma gatinha. Que boas recordações!
O nosso encontro foi por acaso. Num inicio da noite, quando eu brincava na varanda da casa, ouvi um barulhinho no canteiro e fui ver o que ali acontecia. Olhei! comecei a gritar por minha mãe, que rapidamente me acudiu. Mostrei- lhe, com os olhos arregalado, a cena que se descortinou quando puxei os arbustos. Uma gata lambia o filhote ainda molhado. Minha mãe, afastou-me dizendo que ela estava limpando o seu filhote e que mais tarde nós poderíamos voltar para vê-los.
Fui para dentro, tomei banho e ansiosa pedia a minha mãe para buscarmos o gatinho. Destes acontecimentos muitas perguntas surgiram, fazendo com que minha mãe me falasse sobre gestação e nascimento dos gatos, cujo o parto, geralmente, ocorre a noite, sem a ajuda de terceiros.
Foi amor à primeira vista, essa gatinha foi minha fiel companheira de infância e começo da adolescência. Posso dizer, inclusive, que com ela comecei a observar a face da PAZ. Você já observou os felinos enquanto dormem? Eles têm uma expressão tão tranquila que chega a contagiar.
Bem, como na vida tudo tem um fim, após 12 anos de convivência minha branquinha foi atropelada e morreu. Mas como você já deve ter percebido, ela me trouxe uma agradável experiência com os animais, pois vivi num local em que ela podia se movimentar e correr pelos telhados e ao mesmo tempo participar do nosso afetuoso cotidiano. Cabe aqui acrescentar que o meu amor aos animais, não me permitiu proporcionar as minhas filhas esta convivência tão próxima, por considerar o apartamento, local onde morávamos, impróprio para os animais e para uma convivência saudável entre eles e o ser humano.
Norma
E você, qual é a sua experiência com animais domésticos?




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