Poetando

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OXIGENAÇÃO

Em minha casa da infância
uma bela Acácia
forrava o chão com 
suas flores amarelas
e os meus olhos com alegria.

*

Varre, varre vassourinha
A calçada coberta de
amarelinhas. mas
não perturbe o coração
desta menininha.

*

Lembranças boas
marcaram a corrente
sanquinia, que até hoje
segue seu fluxo
oxigenando o órgão
central da vida.

Norma Emiliano

Comments

  • chica
    Responder

    Lindas e douradas recordações. Fica um lindo tapete delas!Adoro ver! Bela poesia! bjs, chica

  • toninhobira
    Responder

    Cada vez mais poetisa.
    Que lindo Norma, uma bela reminiscencia lindamente poetizada,
    Lendo pude recriar as imagens, gosto deste tipo de leitura, pois elas acabam me inspirando às minhas lembranças.
    E hoje como postei uma BC de um blog em aniversário, vejo que sua poesia amarelinha cai muito bem na BC.
    Carinhoso abraço Norma.
    Beijo.

  • roseliabezerra
    Responder

    Boa noite de paz, querida amiga Norma!
    Adoro os tapetes de flores e ja vi tanto rosa como amarelo…
    Sua poesia ficou um show de pureza, um doce encanto.
    Reminiscências são momentos de reviver alegrias puras.
    Tenha dias felizes!
    Bjm carinhoso e fraterno de paz e bem

  • Ailime
    Responder

    Bom dia Norma,
    Que lindo seu poema evocando a acácia de sua infância.
    Também guardo boas recordações de acácias, aqui chamamos de mimosas, que existiam em terrenos e meus avós.
    Um beijinho e bom fim de semana.
    Ailime

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