Uma Imagem – 140 caracteres

Minha participação no projeto coordenado pela Silvana e Mari.

 

Bike com tulipas

O dia é promissor. Suas ideias românticas constituíram um convite irresistível

para os enamorados, que aguardam ansiosos à abertura da loja.

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Participe também.

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Vamos brincar com a Chica

Domingo é dia de brincar com uma  nova palavra proposta pela amiga Chica.

Esta é a minha participação.

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Como o olhar de reconhecimento faz bem.

Brincadeira 3

Participe, crie e entre na roda aqui

Norma Emiliano

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Homenagem à Beatriz

Em 23 de julho de 2013,  nasceu uma linda estrela que  trouxe com seu brilho alegria a nossa família.

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Celebramos seu um ano de vida e  desejamos que as bençãos  divinas acompanhem  sua trajetória.

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São tantos os sentimentos

que as palavras não cabem

para expressar a intensidade

de todos que constroem os elos

que me unem a VOCÊ

Minha neta

BEATRIZ.

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Norma Emiliano

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XI Congresso Brasileiro de Terapia Familiar

 

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EIXOS TEMÁTICOS:

  • Globalização e tecnologia – expressões culturais e valores da família.
  • Reflexões paradigmáticas, epistemológicas e éticas no trabalho com famílias.
  • Formação do Terapeuta Familiar: demandas atuais, tendências e implicações teóricas.
  • Instituição, comunidade e formação de redes.

AS MODALIDADES DE ATIVIDADES CIENTÍFICAS SÃO:

Simpósio Latino Americano::  dia 20 – Domingo das 13:00 às 20:00 horas.

Cursos Intensivos: dia 21 das 9:00 às 17:30 horas. Cursos de introdução a teorias e práticas do trabalho com famílias apresentando articulação entre a teoria e a prática, com carga horária de 6 horas.

Encontro de pesquisadores: dia 21 das 14:00 às 17:30 horas.

Cursos durante o Congresso: cursos ministrados por terapeutas familiares e profissionais de áreas afins, contemplando os eixos temáticos do XI Congresso Brasileiro de Terapia Familiar com carga horária de 3 horas, distribuídas em 2 períodos.

Oficinas: atividades práticas relacionadas com os eixos temáticos do XI Congresso Brasileiro de Terapia Familiar, com duração de 1.30h.

Simpósio: sessão plenária, organizada em torno de um tema abordado por dois apresentadores convidados. Após 30 minutos de exposição de cada apresentador, haverá um diálogo de 30 minutos entre os apresentadores, mediado pelo coordenador da mesma.

Roda de Conversa: cada simpósio será seguido por várias Rodas de Conversa com temas pré-definidos relacionados ao simpósio em questão, com duração de 60 minutos, coordenadas por dois conversadores e um relator.

1 – Mesas redondas: formadas por 3 profissionais de diferentes regionais com trabalhos que se complementem ou sejam similares. Essas mesas poderão ser formadas por convites gerados entre os congressistas ou organizadas pela Comissão Cientifica a partir das afinidades entre os resumos recebidos.

2 – Mesas Representativas das Regionais: Mesas que apresentam as características do campo da Terapia Familiar representativas da região em que são realizadas as práticas clínicas ou comunitárias a serem apresentadas.

Sessões de Relatos de Experiências: relatos de experiências de autoria individual, grupal e ou institucional, de caráter público ou privado.

Sessões de Comunicação de pesquisa: apresentação de pesquisas com seus desdobramentos em diferentes áreas do conhecimento.

Sessões interativas de pôster: apresentação de projetos, relatos de experiência profissional e pesquisas com famílias em diversos contextos.

Café Brasileiro: Encontro aberto realizado ao final do dia em torno de um “café”, iniciado por uma manifestação  artística que dialoga com temas da terapia familiar.

 

Um evento de atualização, integração, trocas e aprendizagem.

Vou participar do evento. Até a volta.

Norma Emiliano

 

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Maceió

 Compartilhando belezas

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Estive em Maceió há 18 anos e achei a cidade linda. Neste retorno confirmei meu olhar sobre sua beleza.

Maceió vem da língua tupi, das denominações “MAÇAYÓ” ou ” MAÇAIO-K “e quer dizer “aquele que tapa o alagadiço”

Foi desmembrada em 1839 da antiga Vila de Santa Maria Madalena da Alagoa do Sul, atual cidade de Marechal Deodoro. Sempre conhecida como “Cidade-Sorriso” e “Paraíso das Águas”. (fonte)

A maioria das  praias tem como pano fundo os coqueiros.  Sua orla urbana  encanta.   Ela começa  ao norte de Jaraguá.  O primeiro trecho é a Pajuçara.

Os hotéis se enfileiram na orla, com vista para as jangadas estacionadas na areia  que  levam passageiros para as piscinas naturais quando a maré está baixa.

No meio da enseada a praia ganha o nome de Ponta Verde,  onde encontramos excelentes barracas e feira de artesanato local. Emendada à Ponta Verde, a praia da Jatiúca não é própria para banho,  mas  é  o bairro gastronômico  da cidade. O último trecho urbano à beira-mar  é dividido pelas praias Lagoa da AntaCruz das Almas.

Ao norte, temos (Guaxuma, Garça Torta, Pratagy, Ipioca) e ao sul   (Praia do Francês, Barra de São Miguel, Gunga, Foz do São Francisco).

Algumas fotos  comprovam tudo que se diz sobre esta cidade.

Foi um excelente passeio que desfrutei na companhia da filha  e que indico.

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PicMonkey Collage

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 Fotos de minha autoria.

Norma Emiliano

 

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Pausa

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Lá vou eu

Ficarei ausente de 11/07 a  16/07/2014 para recarregar as baterias para o próximo semestre.

Não precisa deixar de me visitar, aproveite para ler com calma as diversas categorias que compões este espaço. Se quiser deixar sugestões nos comentários, saiba que serão sempre bem-vindos.

E aqui fica para você uma oferenda de afeto.

Serenata

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Permite  que feche os meus olhos,
pois é muito longe e tão tarde!
Pensei que era apenas demora,
e cantando pus-me a esperar-te.

Permite que agora emudeça:
que me conforme em ser sozinha.
Há uma doce luz no silêncio
e a dor é de origem divina.

Permite que volte o meu rosto
para um céu maior que este mundo,
e aprenda a ser dócil no sonho
como as estrelas no seu rumo.

Cecilia Meireles.

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Norma Emiliano

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Aliança Terapêutica

 

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Imagem Net

 

Há uma crença popular de que psicoterapeutas não passam por situações emocionais impactantes e que são bem resolvidos. Na realidade, é importante que se esteja em equilíbrio para atender ao outro, o que não significa não se ter problemas ou questões pessoais e/ou emocionais para serem resolvidas.

Os atendimentos psicoterápicos exigem que o profissional esteja ali para o cliente, que seus problemas não sejam impeditivos de estar atento às palavras, expressões e questões trazidas à sessão. Estar presente de “corpo e alma” requer do terapeuta condições de se conectar com os próprios sentimentos e emoções, bem como empatizar com os sentimentos e emoções do cliente. O espaço terapêutico é um caminho percorrido em conjunto terapeuta/cliente em direção às questões apresentadas e/ou detectadas, no sentido de eliminar os sintomas e dar possibilidades do sujeito enfrentar da melhor forma suas experiências na vida.

Cada atendimento é uma experiência única e o universo humano apresenta uma riqueza inesgotável nas singularidades pessoais. Contudo, as projeções, identificações e cruzamento de histórias fazem parte de todos os relacionamentos, inclusive entre terapeuta e cliente. Neste sentido, o profissional ocupa um lugar no qual lhe serão exigidas respostas e atitudes que podem não ser compatíveis para o bom andamento do tratamento.

 Por outro lado, algumas características do terapeuta, como a flexibilidade, o respeito, a confiabilidade, o calor humano, o interesse vão influenciar a construção da aliança terapêutica.

É comum que o padrão de funcionamento do cliente (a forma como o indivíduo se comporta) se apresente no processo terapêutico. Portanto, é necessário que o terapeuta esteja atento a si mesmo diante do conteúdo que vai sendo apresentado, assim como aos efeitos trazidos pelo comportamento do cliente sobre a sua pessoa.

A aliança terapêutica é mecanismo de mudanças e é indispensável para o sucesso do tratamento. Por outro lado, reconheço nesta relação um manancial inesgotável para as autodescobertas, seja do pacienta e do terapeuta.

 Norma Emiliano

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A arte de ser mãe

Este texto me foi enviado pela autora que considerou a temática do pensandoemfamilia  compatível com que tem escrito.

Assim, com satisfação pela sua escolha, compartilho com vocês.

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A arte de ser mãe

 

No mundo moderno, está cada dia mais difícil ter uma família e criar os filhos. Televisão, internet e violência urbana são alguns fatores que inibem a vontade de uma mulher de ser mãe. Além disso, os casais deixam para pensar nisso mais tarde, preferindo focar-se em suas carreiras e em viajar e aproveitar a juventude. Então, quando resolvem dar continuidade à linhagem, pode ser tarde demais.

Com os avanços medicinais, mesmo quem tem problemas de infertilidade pode constituir uma família, com técnicas como fertilização in vitro ou inseminação artificial os casais com dificuldade para engravidar ou que possuam idade mais avançada conseguem ter um filho. No entanto, isso gera assunto para muita conversa. Por exemplo, será que um casal mais vivido tem a mesma paciência e disposição para acompanhar o desenvolvimento de uma criança? Por outro lado, um casal jovem tem maturidade e condições de criar um bebê?

A questão da família gera muita discussão hoje em dia, com pautas desde a mulher ter filhos mais velha até o casamento gay e a questão da adoção. No fundo, o sentimento de pertencer a uma família, sentir-se acolhido, cuidado e amado é o mais importante para uma criança, independente de quem constitui esse apoio. A figura dos avós hoje em dia também mudou. Não são mais aqueles velhinhos que mimavam as crianças e faziam casaquinhos de tricô para os pequenos. Hoje, muitas vezes são mais ativos que os filhos, participando de inúmeras atividades voltadas à terceira idade, e sendo mais modernos e ativos com as crianças.

Apesar de todas as dificuldades, muitas mulheres ainda sonham ser mães. Desde pequenas brincam com bonecas e cuidam delas como se fossem bebês, idealizando o dia em que terão um neném sorridente e gordinho em seus braços. Mesmo com adversidades, medos e receios, o instinto materno fala mais alto e continuamos perpetuando a espécie.

Ao planejar a vinda de um novo ser, devemos sempre ter em mente os dois lados da moeda: as delícias de ser mãe e as dificuldades em ser responsável por uma vida. Por isso, coloque na balança e planeje a gravidez conscientemente, para não se arrepender depois nem ser negligente com seu pequeno.

Por Maristela Duarte, estudante de Jornalismo – São Paulo/SP

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